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quinta-feira, 17 de março de 2011
RESPOSTA Á PERGUNTA DO DIA
Não há diferenças significativas entre tempestade e temporal. Vulgarmente usa-se o termo tempestade associado a fenómenos verificados no oceano mas, não é correcta esta afirmação. Uma tempestade ou um temporal são acontecimentos meteorológicos de grau severo ou adverso.
São marcados por ventos fortes e com rajadas muito fortes, trovoadas e precipitação forte (geralmente de chuva, ou granizo ou de neve, recebendo este último caso o nome de nevão). Estes acontecimentos severos são particularmente destrutivos, quer para os humanos quer para o ambiente natural.
São marcados por ventos fortes e com rajadas muito fortes, trovoadas e precipitação forte (geralmente de chuva, ou granizo ou de neve, recebendo este último caso o nome de nevão). Estes acontecimentos severos são particularmente destrutivos, quer para os humanos quer para o ambiente natural.
Lua cheia de sábado será a maior em 18 anos
A lua cheia do próximo sábado será a maior das últimas duas décadas. A lua vai parecer invulgarmente maior porque vai ficar tão próxima da Terra como não acontecia há 18 anos, explicou à Lusa Rui Jorge Agostinho, director do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
O fenómeno de aproximação da lua à Terra é designado perigeu (oposto ao apogeu, quando está mais afastada), explica-se por a órbita deste satélite não ser circular, mas elíptica, e não é invulgar, acontecendo todos os anos.
O que acontece de extraordinário este ano é explicado pelo astrónomo: "A forma da elipse, a excentricidade da elipse, varia periodicamente, às vezes é mais alongada, outras mais curta. Alguns dos perigeus que ocorrem sucessivamente são mais próximos do que outros".
O que acontece de extraordinário este ano é explicado pelo astrónomo: "A forma da elipse, a excentricidade da elipse, varia periodicamente, às vezes é mais alongada, outras mais curta. Alguns dos perigeus que ocorrem sucessivamente são mais próximos do que outros".
"A coincidência é haver um perigeu desses muito próximos e que também coincide com a lua cheia, e isso dá uma lua maior do que o habitual", acrescentou.
Nelma Silva, do núcleo de divulgação do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, especificou que este perigeu vai fazer com que a lua esteja a cerca de 356 mil quilómetros da Terra, enquanto que em média está à volta dos 360 mil quilómetros de distância.
Nelma Silva, do núcleo de divulgação do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, especificou que este perigeu vai fazer com que a lua esteja a cerca de 356 mil quilómetros da Terra, enquanto que em média está à volta dos 360 mil quilómetros de distância.
CORREIO DA MANHÃ
quarta-feira, 16 de março de 2011
RESPOSTA Á PERGUNTA DO DIA
A chuva é a precipitação de partículas de água no estado liquido, que caem sob a forma de gotas de diâmetro geralmente superior a 0,5 mm, com velocidade em geral superior a 3 m/s e em regra de forma bastante uniforme. O aguaceiro, que é afinal um período de chuva, é caracterizado por começar e terminar de forma brusca, frequentemente com variações rápidas de intensidade e pela alternância rápida do aspecto do céu. Quando os meteorologistas estão a prever que a precipitação se estenda de forma uniforme numa determinada região e caia de forma regular e até contínua durante determinado período de tempo, então a previsão é de "chuva". Quando se prevê que haja grande alternância, quer do ponto de vista espacial de local para local, quer do ponto de vista temporal para um mesmo local, entre o céu muito nublado ou encoberto com precipitação com períodos de céu pouco nublado ou mesmo limpo, então os meteorologistas utilizam o termo "aguaceiro".
terça-feira, 15 de março de 2011
OMM ACOMPANHA AS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS NO JAPÃO
2011-03-15 (IM)A Organização Meteorológica Mundial (OMM) activou o mecanismo de Resposta de Emergência Ambiental como consequência do sismo no Japão.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) solicitou à Organização Meteorológica Mundial para activar o mecanismo de Resposta de Emergência Ambiental após o terramoto e o tsunami resultante.
A OMM está a fornecer informação meteorológica à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), através dos Centros Meteorológicos Regionais Especializados da OMM na Ásia (Pequim, Tóquio e Obninsk, Rússia) que se encontram a acompanhar a situação. Estes centros são responsáveis por previsões especializadas de trajectórias e dispersão dos componentes minoritários e poluentes da atmosfera na sequência de acidentes ambientais, com implicações transfronteiriças.
A informação é depois disponibilizada para a AIEA e aos Serviços Nacionais Meteorológicos e Hidrológicos da região que pode ser afectada.
A pedido da AIEA, os três Centros Meteorológicos Regionais Especializados apresentaram já as trajectórias na atmosfera e os gráficos de dispersão que correspondem às duas explosões na central nuclear de Fukushima, com os ventos a soprarem para o nordeste e leste na direcção do oceano. Não há ainda dados disponíveis que comprovem as trajectórias previstas.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) solicitou à Organização Meteorológica Mundial para activar o mecanismo de Resposta de Emergência Ambiental após o terramoto e o tsunami resultante.
A OMM está a fornecer informação meteorológica à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), através dos Centros Meteorológicos Regionais Especializados da OMM na Ásia (Pequim, Tóquio e Obninsk, Rússia) que se encontram a acompanhar a situação. Estes centros são responsáveis por previsões especializadas de trajectórias e dispersão dos componentes minoritários e poluentes da atmosfera na sequência de acidentes ambientais, com implicações transfronteiriças.
A informação é depois disponibilizada para a AIEA e aos Serviços Nacionais Meteorológicos e Hidrológicos da região que pode ser afectada.
A pedido da AIEA, os três Centros Meteorológicos Regionais Especializados apresentaram já as trajectórias na atmosfera e os gráficos de dispersão que correspondem às duas explosões na central nuclear de Fukushima, com os ventos a soprarem para o nordeste e leste na direcção do oceano. Não há ainda dados disponíveis que comprovem as trajectórias previstas.
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