Na seguinte imagem que representa a precipitação prevista para amanhã, podemos ver uma mancha azul sobre o Alentejo que representa chuva fraca/chuvisco.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
METEO@LENTEJO REGISTOU NOVO MÁXIMO DE VISUALIZAÇÕES EM NOVEMBRO
O blogue Meteo@lentejo registou no mês de Novembro um novo máximo de visitas, registando no total do mês 32328 visualizações!
Resumo do mês em Serpa
MÁXIMA - 26,8ºC
MÉDIA - 15,7ºC
MÍNIMA - 5,8ºC
PRECIPITAÇÃO:
PRECIPITAÇÃO TOTAL ACUMULADA - 63,3mm
DADOS METEO@LENTEJO
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
METEO@LENTEJO DISPONÍVEL EM 3 REDES SOCIAIS!
O meteo@lentejo está disponível a partir de hoje em 3 redes sociais.
Até agora estávamos apenas disponíveis no Facebook e Twitter, e a partir de hoje pode também seguir-nos na rede social GOOGLE +.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
QUE POTENTE ANTICICLONE!
O centro de altas pressões que está a condicionar o estado do tempo em Portugal proporcionando-nos dias de céu limpo, tem tendência a aumentar a sua pressão na próxima semana, podendo mesmo atingir 1035 hPa de pressão.
Devido a este valor elevadíssimo de pressão é cada vez menos provável que chova no Alentejo pois quanto maior é a pressão atmosférica , mais força tem o anticiclone para impedir que a chuva chegue até nós!
Os 13 anos mais quentes foram registados nos últimos 15
Alerta foi deixado pela Organização Meteorológica Mundial, esta terça-feira, em Durban
Os 13 anos mais quentes no planeta foram registados nos últimos 15 anos, desde 1997, alertou esta terça-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM) durante os trabalhos da 17.ª conferência da ONU sobre alterações climáticas em Durban. 
A OMM divulgou no segundo dia da COP17 as conclusões sobre os dados recolhidos a nível mundial, considerando ser inequívoca a constatação de um aquecimento global do planeta que põe em risco ilhas, zonas costeiras, populações e colheitas, escreve a Lusa.
O relatório indicou que o período 2002-2011 iguala o de 2001-2010 como a década mais quente desde 1850, sendo 2011 é o décimo ano mais quente desde 1850, data em que começaram a ser registadas medições científicas das temperaturas.
A temperatura média da última década (2002-11), «superior em 0,46º centigrados à média a longo prazo», é a mais elevada alguma vez constatada, igualando a década de 2001-2010, de acordo com o relatório da agência da ONU especializada em dados meteorológicos.
«A nossa ciência é sólida e prova inequivocamente que o mundo está a aquecer e que esse aquecimento resulta das actividades humanas», disse o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, num comunicado que acompanha o relatório anual sobre tendências climáticas e eventos meteorológicos extremos.
«As concentrações de gases com efeito de estufa na atmosfera atingiram novos máximos e estão rapidamente a aproximar-se de níveis consistentes com um aumento de 2 a 2,4 graus centígrados nas temperaturas médias globais», salientou o relatório.
Esta tendência verificou-se, notou a OMM, apesar da presença do fenómeno meteorológico «La Niña» - na sua forma mais poderosa nos últimos 60 anos - que se desenvolveu no Pacífico na segunda metade de 2010 e se manteve activo até Maio deste ano.
O estudo salientou que este fenómeno climático cíclico, que aparece com intervalos entre três e sete anos, provocou condições climáticas extremas, incluindo seca na Africa Oriental, nas ilhas do Pacífico situadas na zona do Equador e no sul dos Estados Unidos, bem como cheias na África Austral, leste da Austrália e sul da Ásia.
Os cientistas afirmaram que embora «La Niña» e «El Niño» não resultem das alterações climáticas, o aumento dos níveis dos oceanos, que são resultado do aquecimento global, pode afectar a frequência e intensidade de ambos os fenómenos.
Para os mais de 15 mil delegados à cimeira de Durban - entre membros de governos, organizações não-governamentais, cientistas e activistas - o planeta reservou uma surpresa.
Uma violenta e inesperada tempestade que se abateu sobre Durban e zonas circundantes, num raio de quase 100 quilómetros, causou seis mortos, dezenas de feridos e a destruição de centenas de habitações na véspera da abertura dos trabalhos.
O Centro de Conferências de Durban (ICC), onde decorre a COP17, registou alguns danos em resultado das rajadas de vento e da chuva, que provocou inundações em algumas zonas da cidade, embora sem a gravidade necessária para pôr em perigo o evento patrocinado pelas Nações Unidas.
A OMM divulgou no segundo dia da COP17 as conclusões sobre os dados recolhidos a nível mundial, considerando ser inequívoca a constatação de um aquecimento global do planeta que põe em risco ilhas, zonas costeiras, populações e colheitas, escreve a Lusa.
O relatório indicou que o período 2002-2011 iguala o de 2001-2010 como a década mais quente desde 1850, sendo 2011 é o décimo ano mais quente desde 1850, data em que começaram a ser registadas medições científicas das temperaturas.
A temperatura média da última década (2002-11), «superior em 0,46º centigrados à média a longo prazo», é a mais elevada alguma vez constatada, igualando a década de 2001-2010, de acordo com o relatório da agência da ONU especializada em dados meteorológicos.
«A nossa ciência é sólida e prova inequivocamente que o mundo está a aquecer e que esse aquecimento resulta das actividades humanas», disse o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, num comunicado que acompanha o relatório anual sobre tendências climáticas e eventos meteorológicos extremos.
«As concentrações de gases com efeito de estufa na atmosfera atingiram novos máximos e estão rapidamente a aproximar-se de níveis consistentes com um aumento de 2 a 2,4 graus centígrados nas temperaturas médias globais», salientou o relatório.
Esta tendência verificou-se, notou a OMM, apesar da presença do fenómeno meteorológico «La Niña» - na sua forma mais poderosa nos últimos 60 anos - que se desenvolveu no Pacífico na segunda metade de 2010 e se manteve activo até Maio deste ano.
O estudo salientou que este fenómeno climático cíclico, que aparece com intervalos entre três e sete anos, provocou condições climáticas extremas, incluindo seca na Africa Oriental, nas ilhas do Pacífico situadas na zona do Equador e no sul dos Estados Unidos, bem como cheias na África Austral, leste da Austrália e sul da Ásia.
Os cientistas afirmaram que embora «La Niña» e «El Niño» não resultem das alterações climáticas, o aumento dos níveis dos oceanos, que são resultado do aquecimento global, pode afectar a frequência e intensidade de ambos os fenómenos.
Para os mais de 15 mil delegados à cimeira de Durban - entre membros de governos, organizações não-governamentais, cientistas e activistas - o planeta reservou uma surpresa.
Uma violenta e inesperada tempestade que se abateu sobre Durban e zonas circundantes, num raio de quase 100 quilómetros, causou seis mortos, dezenas de feridos e a destruição de centenas de habitações na véspera da abertura dos trabalhos.
O Centro de Conferências de Durban (ICC), onde decorre a COP17, registou alguns danos em resultado das rajadas de vento e da chuva, que provocou inundações em algumas zonas da cidade, embora sem a gravidade necessária para pôr em perigo o evento patrocinado pelas Nações Unidas.
TVI24.PT
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A CONCENTRAÇÃO DE GASES DE EFEITO ESTUFA CONTINUA A AUMENTAR
A taxa de crescimento de gases de efeito de estufa na atmosfera acelerou, tendo alcançado um novo máximo em 2010, de acordo com o Boletim de Gases de Efeito Estufa da Organização Meteorológica Mundial. Neste relatório foi dada especial atenção à crescente concentração de óxido nitroso.
Entre 1990 e 2010, houve um aumento de 29% no forçamento radiativo - o efeito do aquecimento do nosso sistema climático – tendo o dióxido de carbono sido responsável por 80% desse aumento.
Entre 1990 e 2010, houve um aumento de 29% no forçamento radiativo - o efeito do aquecimento do nosso sistema climático – tendo o dióxido de carbono sido responsável por 80% desse aumento.
domingo, 27 de novembro de 2011
A meteorologia é feita de avanços e recuos
Quem nos acompanha sabe que ainda a alguns dias falávamos de chuva e até neve para os próximos dias 1 e 2 de Dezembro, contudo essa possibilidade nos últimos dias foi sendo casa vez mais pequena e já nem se previa chuva.
Agora e segundo as previsões divulgadas á momentos existe um pequena possibilidade de chuva sexta-feira no sul, vamos ver no que isto vai dar.
A atmosfera anda louca!
FINAL DE NOVEMBRO SECO
Desta forma, até ao próximo domingo, prevê-se a continuação de tempo seco, com céu pouco nublado ou limpo, com o vento a soprar em geral fraco, predominando de nordeste.
Relativamente à temperatura, prevê-se a continuação de tempo frio, com acentuado arrefecimento noturno. As temperaturas mínimas, embora baixas, em particular na região norte, não atingirão valores negativos. As temperaturas máximas atingirão valores amenos para a época, na ordem dos 16ºC a 20ºC, em todo o território continental.
Prevê-se ainda a ocorrência de neblinas ou nevoeiros matinais, nos vales e terras baixas, que no interior norte podem persistir até ao final da manhã.
Sugere-se o acompanhamento desta informação através da página web do IM, I.P.
sábado, 26 de novembro de 2011
Alentejo pode ficar sem chuva até pelo menos dias 12 de Dezembro
Um Anticiclone (A) com pressão bastante elevadas vai condicionar o tempo em Portugal, em especial no Alentejo, impedindo a chuva e o frio da época de chegar até nós.
Assim esta situação de sol e temperaturas máximas de 20ºC pode continuar até pelo menos 12 de Dezembro.
Alentejo sem expectativas de chuva
De acordo com as previsões actualizadas dos modelos meteorológicos o Alentejo pode continuar sem chuva até meados do próximo mês de Dezembro, para agravar ainda mais a situação as temperaturas máximas podem vir a subir nos próximos dias e as mínimas também vão continuar ligeiramente acima da média.
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